Perfil do consumidor de beleza e cuidados pessoais no Brasil

Principais lições deste artigo

  • O cuidado integral, que envolve bem-estar físico, mental e social, organiza os pequenos gestos diários de autocuidado dos brasileiros e sustenta o crescimento do setor de Beleza e Cuidados Pessoais.

  • O mercado brasileiro faturou R$ 200 bilhões em 2025, ocupa a 3ª posição global em consumo e gera cerca de 6,9 milhões de oportunidades de trabalho, com projeção de crescimento anual de 6,8%.

  • Consumidores de 25 a 54 anos concentram 56% do consumo, com jovens adultos ampliando o uso de novas categorias e adultos maduros associando o autocuidado à realização pessoal e à forma como se apresentam para o mundo.

  • Regulação rigorosa da Anvisa, inovação com foco em sustentabilidade e programas como Mãos Pro Futuro reforçam a segurança dos produtos e a as práticas de sustentabilidade e responsabilidade social corporativa.

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Panorama do mercado brasileiro de Beleza e Cuidados Pessoais

O setor brasileiro de Beleza e Cuidados Pessoais ocupa posição de destaque na economia e na rotina da população. Os números mostram uma indústria de escala global, com forte presença territorial e impacto direto na geração de renda e na qualidade de vida.

Alguns indicadores ajudam a dimensionar essa relevância:

  • Faturamento de R$ 200 bilhões, o que corresponde a cerca de 2% do PIB brasileiro (ABIHPEC).

  • 3º maior mercado consumidor do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, com US$ 37,4 bilhões em vendas e 5,8% do mercado global de US$ 640 bilhões (Euromonitor International, 2024).

  • Cerca de 6,9 milhões de oportunidades de trabalho ao longo de toda a cadeia, da indústria ao varejo e aos serviços de beleza (ABIHPEC, ABEVD, ABF e PNAD-IBGE, fevereiro/2025).

  • Presença em 100% dos domicílios brasileiros, o que reforça o caráter essencial dos produtos de beleza e cuidados pessoais.

  • 4º país que mais lança produtos no mundo, com 7.359 lançamentos em 2025 (Mintel GNPD, 2025).

  • Exportações de US$ 1,061 bilhão em 2025, crescimento de 20,1% sobre 2024, para 189 países, em um marco histórico para o setor (Comexstat/MDIC-SECEX).

  • Projeção de crescimento de 6,8% ao ano, com o mercado podendo alcançar R$ 258,8 bilhões em 2026 (IPC Maps, IPC Marketing Editora, 2026).

Os produtos chegam ao consumidor por uma rede ampla de canais, que inclui farmácias, supermercados, varejo especializado, e-commerce, venda direta e estabelecimentos de beleza profissional. Essa diversidade de pontos de contato amplia o acesso e aproxima o cuidado integral do dia a dia da população.

Frascos de cuidados pessoais sem marca, hastes flexíveis e uma pequena planta sobre uma bancada.
Do banho à hidratação, os produtos de cuidados pessoais acompanham o brasileiro do acordar ao dormir — presentes em 100% dos domicílios e em todas as faixas de preço.

Ambiente regulatório e institucional

A segurança dos produtos de Beleza e Cuidados Pessoais no Brasil é sustentada por um robusto arcabouço regulatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Antes de serem disponibilizados ao mercado, os produtos devem ser regularizados junto à Agência, e possuir dados comprobatórios que atestem a qualidade, a segurança e a eficácia de seus produtos e a idoneidade dos respectivos dizeres de rotulagem,

As empresas que atuam na fabricação, importação, distribuição, armazenamento, transporte e demais atividades sujeitas ao controle sanitário devem atender aos requisitos aplicáveis, incluindo Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), Licença Sanitária e cumprimento das Boas Práticas de Fabricação. Esse conjunto de requisitos contribui para assegurar padrões consistentes de qualidade e segurança ao longo da cadeia produtiva.

A RDC nº 894/2024 estabelece as Boas Práticas de Cosmetovigilância, fortalecendo o acompanhamento dos produtos após sua comercialização. A norma determina que as empresas disponham de sistema estruturado para identificar, registrar, avaliar e gerenciar eventos adversos associados ao uso de produtos cosméticos, além de estabelecer a obrigatoriedade de notificação à Anvisa dos eventos adversos graves. A atualização moderniza uma exigência existente no Brasil desde 2005 e mantém o sistema brasileiro alinhado às melhores práticas internacionais de vigilância pós-mercado.

Para o consumidor, a orientação é adquirir produtos devidamente regularizados e de procedência confiável, verificar o prazo de validade, ler atentamente a rotulagem e seguir as orientações de uso fornecidas pelo fabricante. Na ocorrência de uma reação adversa, recomenda-se interromper o uso do produto e, quando necessário, buscar orientação ou atendimento de saúde. O consumidor também pode comunicar o evento à Anvisa pelos canais disponibilizados pela Agência.

Compreender quem são esses consumidores e como se relacionam com o cuidado integral contribui para que o setor continue aprimorando essa jornada de segurança, qualidade e bem-estar.

Para uma escolha e um uso seguros, os consumidores devem adquirir produtos devidamente regularizados junto à Anvisa e comprá-los em estabelecimentos ou canais de venda confiáveis. Também é importante verificar o prazo de validade, ler atentamente a rotulagem e seguir as indicações e condições de uso fornecidas pelo fabricante. Em caso de qualquer reação adversa, recomenda-se interromper o uso do produto, procurar uma unidade ou profissional de saúde, quando necessário, e comunicar o caso à Anvisa pelos canais disponibilizados pela Agência.

Perfil demográfico e comportamental do consumidor

O consumidor central do setor brasileiro de Beleza e Cuidados Pessoais apresenta um perfil bem definido. Dados da Euromonitor International e da Kantar Brasil indicam que 56% do consumo se concentram na faixa etária de 25 a 54 anos, com predominância do segmento de 26 a 40 anos.

Dois grupos se destacam nesse cenário:

  • Jovens adultos (25–39 anos): formam o segmento de maior experimentação e ampliação de categorias. Pesquisa da Kantar Brasil identificou crescimento relevante no consumo de sérum facial, sombra para os olhos e delineador entre as gerações mais jovens. Esse grupo costuma olhar para os produtos de forma individualizada, avaliando benefícios específicos e experiências sensoriais.

  • Adultos maduros (40+ anos): tendem a enxergar o setor como um conjunto articulado e relacionam com mais clareza o autocuidado à capacidade de realização e à forma como se apresentam para o mundo, conforme pesquisa Touch Branding para a ABIHPEC (2025). Esse público também se destaca no consumo de produtos para cuidados com a pele.

O público masculino amplia sua participação, especialmente em cuidados com a pele e fragrâncias. O Brasil ocupa a posição de 2º maior mercado mundial em produtos masculinos (Euromonitor International, 2025).

A diversidade de tons de pele também orienta o desenvolvimento de produtos. Mais de 55% da população brasileira se identifica como negra ou parda, o que estimula a oferta de soluções adaptadas a diferentes características capilares e de pele.

Mulher negra com maquiagem dourada nos olhos, a mão apoiada no pescoço, olhando para o lado.
Mais do que estética, a maquiagem é autoexpressão e autoconfiança — cuidado que fortalece a forma como cada pessoa se apresenta ao mundo.

Um dado ilustra a força desse vínculo: aproximadamente sete em cada dez brasileiros afirmam que não deixariam de comprar produtos de beleza e cuidados pessoais, mesmo em cenários de restrição orçamentária.

Como o cuidado integral se manifesta na prática

Bem-estar físico: base da rotina diária

O cuidado com o bem-estar físico estrutura a origem do setor e permanece como pilar central. Produtos de banho, higiene bucal, cuidados com a pele, proteção solar e desodorantes fazem parte dos pequenos gestos diários de praticamente todos os brasileiros, contribuindo para a sensação de higiene, conforto e frescor.

Sabonetes artesanais amarrados com barbante em uma caixa de madeira, ao lado de uma toalha.
O banho deixou de ser rotina automática e voltou a ser ritual — um gesto simples de cuidado físico que também relaxa a mente e prepara para o dia.

A proteção solar ganha relevância especial no contexto brasileiro. O país registra alta incidência de radiação UVA e UVB ao longo de todo o ano, inclusive em dias nublados. O uso regular de protetor solar regularizado pela Anvisa contribui para proteger a pele contra os efeitos da radiação solar. A recomendação é seguir sempre as orientações do fabricante descritas na rotulagem.

A higiene bucal também conecta o cuidado cotidiano a dimensões mais amplas de bem-estar. Uma publicação da American Heart Association na revista Circulation reconhece a associação entre doença periodontal e aumento do risco de eventos cardiovasculares, o que reforça a importância da higiene bucal como parte de uma rotina de cuidado integral.

Bem-estar mental: atenção a si e momentos de pausa

A dimensão mental do cuidado ganhou visibilidade recente e passou a integrar com mais clareza a conversa sobre bem-estar. Fragrâncias, maquiagens, produtos para cuidados com a pele e desodorantes contribuem para a autoestima, para a autoconfiança e para a sensação de bem-estar no convívio social.

O ritual de se cuidar, como o momento diante do espelho, a escolha de um perfume ou a aplicação de um hidratante, pode contribuir para a sensação de relaxamento e de atenção a si mesmo. Esses instantes funcionam como pausas intencionais em meio à rotina, em que a pessoa se reconecta com a própria imagem e com o que deseja expressar.

A pesquisa da Touch Branding para a ABIHPEC (outubro de 2025) capturou essa percepção de forma direta. Uma das participantes afirmou que investir no autocuidado envolve estética, mas também afeto e vínculo. O setor se coloca como presença diária nesse processo, sem substituir o acompanhamento profissional quando necessário, mas somando-se ao cuidado integral.

Cuidado social: forma de se apresentar para o mundo

O cuidado social traduz como as pessoas se preparam para o encontro com os outros. Cuidar de si se torna um primeiro passo para estar disponível para a família, para o trabalho, para os estudos e para a vida em comunidade.

Silhueta de um adulto com uma criança sobre os ombros, ao pôr do sol em um campo.
Cuidar de si é o primeiro passo para se abrir para o outro — o cuidado integral inclui a qualidade das relações que sustentam a vida.

Produtos como fragrâncias, enxaguantes bucais e itens de higiene pessoal contribuem para a confiança nas interações sociais, favorecendo a aproximação com mais segurança e conforto. Ao se arrumar para sair, a pessoa organiza não apenas a aparência, mas também a forma como deseja se apresentar para o mundo.

Na pesquisa da Touch Branding para a ABIHPEC (2025), participantes associaram embalagens cotidianas a palavras como dignidade, vínculo, segurança e ritual. Mesmo sem exibir rótulos de marca, os entrevistados reconheceram que esses produtos carregam significados que vão além da função imediata.

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Barreiras de acesso, culturais e de sentido, e as respostas do setor

A presença universal dos produtos nos lares brasileiros convive com barreiras que limitam a percepção do valor do cuidado integral. Essas barreiras se organizam em três grupos principais.

  • Barreiras de acesso (“não dá”): surgem quando a pessoa sente que cuidar de si exige tempo ou recursos que não estão disponíveis. O setor responde com portfólios para diferentes perfis de consumidores, em múltiplos canais de distribuição, como supermercados, farmácias, e-commerce, venda direta e serviços de beleza profissional.

  • Barreiras culturais (“não devo”): aparecem quando o cuidado com a aparência é visto como vaidade ou supérfluo. A pesquisa da Touch Branding para a ABIHPEC (2025) mostrou que muitos consumidores já enxergam os produtos de beleza e cuidados pessoais como aliados na construção da autoestima e da qualidade das relações, e não apenas como itens estéticos.

  • Barreiras de sentido (“nem percebo”): ocorrem quando a rotina fica tão automatizada que o significado do cuidado se torna invisível. O setor responde ao resgatar o banho como ritual, o perfume como memória afetiva e a maquiagem como expressão de identidade e autoimagem.

Segundo a pesquisa SPC Brasil e CNDL, 65,7% dos brasileiros veem o cuidado com a beleza como necessidade, e 49,4% associam esse investimento à satisfação e ao bem-estar.

Tecnologia, inovação e cadeia produtiva sustentável

A inovação em produtos de beleza e cuidados pessoais no Brasil se destaca em escala global. Em 2025, o país registrou 7.359 lançamentos no Mintel GNPD, em categorias como maquiagem, produtos para pele e cabelo, sabonetes e perfumaria.

A biodiversidade brasileira funciona como fonte de diferenciação. Ativos da Amazônia, do Cerrado, da Mata Atlântica e da Caatinga inspiram formulações que dialogam com o clima, com as características da pele e dos cabelos e com a busca por bem-estar em diferentes regiões do país.

Vista de baixo para cima do dossel de uma floresta, com a luz do sol entre as árvores.
A biodiversidade brasileira é base de inovação do setor: ativos da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica se transformam em tecnologia e diferenciação internacional.

Na agenda ambiental, o setor atua de forma estruturada há cerca de duas décadas. A economia circular e a logística reversa se complementam. A economia circular começa no design das embalagens, na escolha de materiais, em modelos de refil e em formulações que consideram o ciclo completo do produto. A logística reversa se concentra no pós-consumo, com responsabilidade compartilhada entre empresas, poder público e sociedade.

O programa Mãos Pro Futuro, reconhecido pelo Ministério do Meio Ambiente como referência nacional em logística reversa, completa 20 anos em 2026. O programa recuperou cerca de 215 mil toneladas de embalagens pós-consumo em 2025, superou em 34,7% a meta de 32% estabelecida pela Política de Resíduos Sólidos, apoia mais de 200 cooperativas de catadores e beneficia cerca de 6.000 trabalhadores em todas as 27 unidades federativas.A iniciativa atende 14 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e recebeu reconhecimento da CEPAL-ONU em 2019 e 2021.

O Instituto ABIHPEC, em operação desde 2013, amplia a dimensão social do setor com ações em empregabilidade, equidade racial, apoio a pacientes oncológicos e prevenção à violência contra crianças e adolescentes. Essas iniciativas conectam o conceito de cuidado integral às comunidades e aos territórios.

Impactos, benefícios observáveis e perspectivas

O impacto econômico do setor se traduz em geração de renda, empregos e arrecadação. Cada R$ 1 bilhão investido gera R$ 1,3 bilhão em valor adicionado à economia brasileira, 25 mil empregos e R$ 509 milhões em salários, segundo estudo da LCA Consultores com base nas Tabelas de Recursos e Usos do Sistema de Contas Nacionais, atualizado em agosto de 2023.

O Brasil responde pela maior fatia do mercado latino-americano de produtos de beleza e cuidados pessoais e se consolida como referência em categorias como cuidados para cabelo e fragrâncias. O acordo Mercosul–União Europeia amplia o acesso a mercados exigentes e reforça a internacionalização como caminho estratégico.

O programa Beautycare Brazil, parceria entre a ABIHPEC e a ApexBrasil, reuniu 162 empresas em 2025, em sua maioria pequenas e médias, que exportaram US$ 363,4 milhões para 130 países (ApexBrasil/ABIHPEC, 2025).

O segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar no franchising registrou crescimento de 14,6% em 2025, segundo a Associação Brasileira de Franchising. No mesmo ano, o setor de beleza abriu mais de 235 mil novos estabelecimentos, o maior volume desde 2020.

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Perguntas frequentes

O que são produtos de beleza e cuidados pessoais, exatamente?

Produtos de beleza e cuidados pessoais são preparações de uso externo aplicadas em partes do corpo humano, como pele, cabelos, unhas, lábios, dentes e mucosas da cavidade oral. Esses produtos têm como objetivo limpar, perfumar, alterar a aparência, proporcionar sensação de conforto e frescor, proteger ou manter em bom estado. Não são medicamentos e não se destinam ao cuidado de condições médicas. Exemplos incluem sabonetes, shampoos, condicionadores, hidratantes, protetores solares, desodorantes, cremes dentais, perfumes e maquiagens.

Cuidar da aparência é mesmo vaidade?

A percepção do consumidor brasileiro aponta para outro caminho. Pesquisa conduzida pela Touch Branding para a ABIHPEC em outubro de 2025 mostrou que as pessoas enxergam o autocuidado como investimento em si mesmas, algo que contribui para a autoestima, para a confiança e para a qualidade das relações.

O cuidado integral, que envolve corpo, mente e relações, funciona como forma de estar mais presente para si e para os outros. Em vez de supérfluo, muitos consumidores entendem esse cuidado como base para a vida que desejam construir.

O cuidado integral é acessível a todos os perfis de consumidores?

O setor brasileiro de Beleza e Cuidados Pessoais oferece produtos para diferentes perfis de consumidores, em múltiplos canais de distribuição, como supermercados, farmácias, e-commerce, venda direta e serviços de beleza profissional. Essa diversidade amplia as possibilidades de escolha e de combinação de rotinas.

A pesquisa da Touch Branding para a ABIHPEC (2025) mostrou que o valor do cuidado está mais ligado ao significado da rotina do que ao quanto se gasta.

Como o setor contribui para a sustentabilidade e o impacto social?

O setor conecta inovação, uso responsável da biodiversidade, responsabilidade pós-consumo e impacto social em uma mesma agenda. O programa Mãos Pro Futuro é a principal referência em logística reversa, instrumento específico de responsabilidade compartilhada no pós-consumo e complementar à economia circular, que começa no design e na escolha de materiais.

O programa, cujos resultados detalhados foram apresentados anteriormente, demonstra escala nacional ao apoiar cooperativas em todas as unidades federativas e superar metas legais de recuperação de embalagens. O Instituto ABIHPEC complementa essa atuação com iniciativas em empregabilidade, equidade racial, apoio a pacientes oncológicos e prevenção à violência contra crianças e adolescentes.

A biodiversidade brasileira funciona como ativo estratégico que o setor utiliza com rastreabilidade e responsabilidade, contribuindo para o desenvolvimento de comunidades e territórios e para o fortalecimento do conceito de cuidado integral.

Conclusão: quem se cuida por inteiro, faz a vida acontecer por inteiro

O perfil do consumidor de produtos de beleza e cuidados pessoais no Brasil em 2025/2026 é o de alguém que reconhece, mesmo sem usar termos técnicos, que o cuidado envolve bem-estar físico, atenção à mente e qualidade das relações. Esse consumidor se afasta da ideia de vaidade vazia e enxerga o autocuidado cotidiano como base para a forma como deseja viver e se apresentar para o mundo.

O setor brasileiro de Beleza e Cuidados Pessoais acompanha essa compreensão com escala econômica relevante, presença em todos os lares, milhões de oportunidades de trabalho já destacadas e exportações em trajetória de crescimento. Ao mesmo tempo, avança em inovação, sustentabilidade e impacto social, posicionando o cuidado integral como eixo central de sua atuação.

A mensagem que sintetiza esse movimento é direta: quem se cuida por inteiro, faz a vida acontecer por inteiro. Cuidar para fazer acontecer.

Cuidar para fazer acontecer. Conheça mais sobre o setor brasileiro de Beleza e Cuidados Pessoais em abihpec.org.br.

 

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